Sempre que as imagens insanas passavam pela cabeça, surgiam palavras piores. Palavras que pareciam ter uma superfície tão afiada como a de um bisturi ou então como a própria ponta de uma agulha.
“Um dia eu serei a cobaia do meu colega; ele vai brincar com minhas veias ao mesmo tempo em que manuseia uma agulha; ele vai me matar… Yeah!”
No final da frase mental há um grito abafado no fundo do pulmão, lá nos alvéolos mesmo; um estremecer de corpo ao imaginar-se sendo literalmente furado por alguém.
Mas não existe escapatória, cambada… O dia chegou! E é óbvio que tiramos fotos do experimento, e sim, houveram boas fotos!
Mas temos as imbativeis…
Um dia a Karen foi minha amiga. Hoje ela olha pra mim e diz: Fran, você me esquartejou!
Ok! Mas nem doeu tanto…. Uh, amiga, pensa assim… Pelo menos valeu a foto…
Sim, a Carla literalmente tentava arrebentar a Evellim! Ah, ela quase conseguiu…
Mas hoje elas ainda conversam, mesmo mantendo certa distância… No entanto, diálogo é diálogo!
Eu aposto que você deve estar rindo…
Agora lá vai um pedacinho da nossa turma no curso de coleta junto como professor Miro…










